A Guarda Civil de Zamora, na Espanha, divulgou um laudo preliminar sobre o acidente que matou Diogo Jota, jogador do Liverpool, e seu irmão André Silva, em 3 de julho de 2025. O documento indica que o excesso de velocidade, próximo a 120 km/h, e o estouro de um pneu durante uma ultrapassagem na rodovia A-52 foram as principais causas da tragédia. O veículo, uma Lamborghini, saiu da pista e pegou fogo, vitimando os irmãos no local.
A investigação também aponta possíveis falhas na conservação da estrada, com mais de 40 denúncias sobre o trecho em 2024. Marcas de frenagem de 50 metros sugerem alta velocidade, e a perícia analisa a caixa preta do carro, apesar dos danos causados pelo incêndio. Diogo Jota, que conduzia o veículo, viajava para Santander após ser desaconselhado a voar devido a uma cirurgia pulmonar.
O laudo final, a cargo do Departamento de Trânsito, será enviado ao Juizado de Puebla de Sanabria. A tragédia chocou o mundo do futebol, e o Liverpool prometeu honrar o contrato de Jota, destinando os valores à sua família. Homenagens continuam em Portugal e na Inglaterra, onde torcedores deixaram flores em Anfield.

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